segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Obrigada...

Não quero deixar acabar o ano sem agradecer...

Obrigada Mãe:
Por me mostrares constantemente os meus defeitos, para que eu tente sempre ser melhor

Obrigada mano:
Por à tua maneira me amares e estares lá SEMPRE que preciso MESMO de ti.

Obrigada Eva e Diogo:
Por serem os melhores filhos do mundo. Pelo vosso amor incondicional.

Obrigada Gi:
Por seres a mais linda das irmãs... Amo-te muito!

Obrigada Guida:
Por me achares digna da tua amizade e do teu carinho, e por me aturares as choradeiras. Prometo tentar conter-me...

Obrigada Mena:
Por seres uma prima com que eu não contava!

Obrigada Anicha:
Por seres a minha eterna cunhadita.

Obrigada Carlos:
Por ter sido um Pai para mim!

Obrigada D. Linda:
Por amar e cuidar dos meus filhos como se fossem seus.

Obrigada Carla:
Por me ensinares TANTO!

Obrigada Fátima:
Por dares um colorido especial todos os dias à minha vida.

Obrigada D. Maria:
Por ter esperado por mim.

Obrigada Fábio:
Por seres o doce que és.

Obrigada Ana:
Pela tua imparcialidade e pelo teu carinho.

Obrigada Anabela:
Por me fazeres rir sempre que me vias tropeçar.

Obrigada Lolinha:
Por seres a menina linda que és.

Obrigada Mário:
Por me teres dado a mão.

Obrigada Artur:
Por me mostrares que é sempre possivel sonhar.

Obrigada Pedro e Nuno:
Por cuidarem dele...

Obrigada Rita:
Por teres tornado a dor um bocadinho menos insuportável.

Obrigada Sérgio:
Por me mostares que às vezes desiludimo-nos com as pessoas.

Obrigada João:
Por me mostrares que amar não chega.

Obrigada Ana Catarina:
Por me teres tirado do marasmo que era a minha vida!!!

Desculpem se me esqueci de alguém. Não é por mal. Mas decididamente este foi um ano muito desgastante. E sei que tenho que agradecer a todas as pessoas que cruzaram a minha vida neste ano. Todas tiveram um propósito. Uma razão de ser.
Por isso...

OBRIGADA A TODOS!!!

Está tudo limpo. A casa, a mente, o coração, o corpo, a mente. Os meus karmas ficam guardados neste ano. O próximo é a altura de começar a receber.

ATÉ PARA O ANO!!!
Será sem sombra de dúvidas... Um Ano magnifico!!!

K.

domingo, 28 de dezembro de 2008

This is me...

This is real, this is me
I'm exactly where I'm suppose to be, now
Gonna let the light, shine on me
Now I've found, who I am
There's no way to hold it in
No more hiding who I want to be
This is me

"This is me" Demi Lovato

K.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Quando?

Quando é que te deixas de merdas?...
Quando é que decides de uma vez deixar de estar tão estúpidamente à espera?
Quando é que pegas no teu cavalo branco e me raptas para um lugar só para nós?
Quando é que me cantas uma serenata à janela?
Quando é que escreves em letras gigantes no meio da estrada que me amas?
Quando?...


Não importa!...

Um dia vai ser!!!

E eu vou saber que és tu!!!


K.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O que é... E o que não é!!!

Existem dois tipos de pedidos de perdão:
- Um genuínamente altruísta, aquele que vem de alguém que errou. Alguém que como ser humano falível que é, errou, e está verdadeiramente arrependido. Embora todos saibamos que o que está feito, feito está e já nada o pode mudar. Mas, existe neste tipo de pedido de perdão, uma certeza de que se se pudesse voltar atrás, ter-se-ía feito de outra maneira. Um arrependimento que se nota. Uma vontade enorme de se ter feito diferente. E este... Este eu perdoo. Porque sim. Porque de entre todos os defeitos que tenho, um não é de certeza ser rancorosa. Até posso nunca esquecer uma ofensa, até porque são lições que vou aprendendo, mas perdoo. Afinal de contas também erro, também sou humana. E também gostaria que me perdoassem todos os erros que cometi. Porque quando erro... Arrependo-me amargamente!!!
- Existe outro... Um pedido seco. Um pedido que vem pela necessidade de se aliviar a consciência. Uma coisa do estilo " Faria tudo exactamente da mesma maneira, mas desculpa lá qualquer coisinha, só para que eu não tenha que viver com este peso às minhas costas..." è um pedido de perdão egoísta. Que não tem nada a ver com o dano que se causou a alguém. Neste caso isso até nem importa absolutamente nada.
Quando ouço o primeiro... O meu coração de manteiga não resiste, e admito: Sou uma FÁCIL!!! Perdoo tudo. Pelo menos o que me é dirigido directamente a mim. Não aguento ver o arrependimento espelhado nos olhos de alguém. Porque eu sei o que é sentirmo-nos assim.
Agora... O segundo... Não me diz absolutamente nada. Soam-me a palavras vãs. E uma vez que a pessoa até nem está minimamente arrependida do que fez, então... Não há nada a perdoar. Se achou que fez tudo da maneira correcta, não há nada a fazer. Eu sei que não! E o universo também. E não me cabe a mim, ser tão insignificantemente pequeno, mostrar a quem quer que seja, o que é certo ou errado. Mas o universo não falha! Nunca falha... E mais tarde ou mais cedo encarrega-se de mostrar à outra pessoa porque errou. Para a fazer sentir na pele o que a sua acção provocou em alguém. O problema... O GRANDE problema, é que quando semeamos uma batata, não colhemos só UMA batata... Colhemos IMENSAS!!! E é por isso que quando me fazem mal, e não existe nenhum tipo de arrependimento, o que quero mesmo é estar bem longe dessa pessoa. Para que quando a justiça lhe cair em cima, a minha faceta de "Madre Teresa de Calcutá", não me leve a fazer de parva, e ainda levantar quem um dia me deitou a mim abaixo!!!
Porque afinal de contas... É a sofrer que se aprende!!!


K.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Para sempre...

Doeu...
Muito!!!
Sofri...
Demais!!!
Chorei...
A imensidão do mar!!!
Tanto tempo sózinha...
Perdida...
Sem rumo...
Sem norte...
E quase quase sem salvação!
Quase quase a desistir!
Arrancaram à força uma parte de mim
E sem ela de repente não fazia sentido continuar...
Sem uma réstia de esperança em coisa nenhuma!
E quando baixei os braços
E me preparava para aceitar a derrota
Chegaste...
-Chega de sofreres sózinha!!! Estou aqui...
Com a solução para a dor física e psicológica
E ficaste
Até que só para tirar a angústia que via no teu olhar
Me senti na obrigação de tentar
Agarrar-me a qualquer coisa
E levantar-me
Erguer-me das trevas
E pensar que mesmo quando o céu está cheio de nuvens escuras
E mesmo que não o vejamos de maneira nenhuma
O SOL está sempre lá!
O teu sorriso
Mesmo triste e carregado de preocupação
Foi uma estrela que me iluminou a alma
O teu abraço
Foi uma fogueira que me aqueceu o coração.
É uma cruz que EU tenho que carregar
Mas sei que te tenho por perto
Para me ajudares a carregá-la
Quando se torna tão assustadoramente pesada
Como foi agora!!!
Obrigada G.
O meu coração tem dentro uma luz
Muito especial
Com o teu nome gravado.
Beijo grande
E um abraço do tamanho do mundo.


K.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Também viram?

Costumo ir despejar o lixo da minha loja mais ou menos às 18:45. Não sei porque carga de água, mas hoje fui despejá-lo às 17:00. Sei lá... Apeteceu-me! E assim que saí para a rua, notei que havia qualquer coisa de estranho no ar. A luminosidade era diferente. Olhei para cima, e vi uma das coisas mais lindas de sempre... Em vez de um, dois arco-iris brilhavam no céu. LINDOS!!! Lado a lado. Perdi uns minutos a contemplar aquele espectáculo. Estavam mesmo lado a lado. O ponto de partida era diferente. O de chegada também. O caminho também não era o mesmo... Mas mesmo assim, estavam lado a lado. Um tinha todas as cores minunciosamente definidas. Via-se perfeitamente onde começava e acabava cada côr. Os limites eram perfeitos. O outro... Bem, o outro também era lindo. Mas estava completamente desfocado. As cores misturavam-se umas nas outras. Uma paleta esborratada. Ali... Lado a lado. Caminhos diferentes. Aspectos diferentes. Ponto de partida e de chegada diferentes. Um nítido, outro não.
Obrigada céu.
Obrigada sol.
Obrigada água.
De repente fez-se luz na minha vida!


P.S. A Vós... Vão em paz...


K.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Que dizer?

Que vai tudo correr bem...?
Se dependesse de mim, corria...
Não depende.
Mas estou a torcer para que nada de mal aconteça.
Sei que sabes que sim!
Abraços fortes, cheios de coragem
para todos vocês.


K.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Conversas ao jantar

É sempre surpreendente deixar-me levar pelas conversas dos meus filhos. Já lá vai o tempo em que se dizia que enquanto se come não se fala. Nos tempos que correm, se não conversarmos à hora da refeição, que tempo é que sobra? Pois... Pouco... Muito pouco. E é por isso que lhes pergunto, entre uma garfada e outra, o que fizeram durante o dia. E a maior parte das vezes, dou por mim a rir à gargalhada com as tiradas de um e outro.
Pois bem... Hoje, depois de muito paleio, acerca da vidinha deles, e da minha, visto que eles também já fazem questão de saber o que se passa comigo, quando não estão presentes ( sim tenho uns filhos galinhas...), eis que o mais pequeno se vira com a pergunta desconcertante:
- Mãe... Como se chama o bicho feio?
(Ele tem três anos)
- Bicho feio, filho? Que bicho feio?
- O bicho feio mamã... Como é que ele se chama?
Confesso que não fazia a mais pálida ideia ao que ele se estava a referir...
- Oh filhote, a mãe não sabe qual é o bicho feio...
E antes que dissesse mais alguma coisa, vira-se ele e diz, com um sotaque tão perfeitinho que até assusta:
- SILENCE... I KILL YOU!!!
Larguei a rir à gargalhada. Só podia! Não consegui evitar... Até a voz ficou parecida. e no meio de tanto rir, lá lhe consegui responder:
- Já sei. É o Achmed...
- Sim mamã. É isso mesmo!!! Sabes como diz o Achmed?
- Diz lá...
E ele repetiu. E eu tornei a rir. Desta vez ele aprimorou ainda mais a voz.
ESTAVA PERFEITO!!!


K

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para ti...

Não foi só uma chuva de verão
Nem uma paixão de Carnaval
Nem só uma noite de prazer
Foi muito...
Mas foi pouco
Mais do que eu podia imaginar
Mais que tudo que eu sempre sonhei
Quando eu vi, amor
Você chegar pensei:
Ganhei o mundo!!!
Só que o destino preparou
Uma armadilha para nos separar
E conseguiu, eu sei...
Sei que fui culpada
Por favor
Eu te peço, pelo bem do nosso amor
Mais uma chance
Meu amor, se eu fosse você
Eu voltava para mim
Eu viria me socorrer
Meu amor, se eu fosse você
Eu voltava para mim
Não iria deixar morrer
Nosso amor...

Gostei de te ver
Até breve
Beijo


K.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Luzes... Câmera... Acção!!!

Quem inventou a ideia espatafurdia de pôr luzes automáticas nas casas de banho? Das duas, uma: ou foi uma mulher muiiiiito alta, ou foi um homem. De qualquer modo... Acima de tudo foi ESTÚPIDO(A)!!! Se foi um homem devia ter-se lembrado que as mulheres fazem xixi sentadas, ou pelo menos semi-sentadas. Se foi uma mulher alta, devia ter-se lembrado que existem caga tacos como eu, que mesmo semi-sentadas, não atingem a altura necessária para accionar a porcaria das luzes. Ou seja, a menos que seja mesmo MUITO rápida, faço metade do serviço às escuras. Ou então, como foi o caso, desato a esbracejar feita louca para tentar accionar aquilo outra vez! As figuras que nos vemos forçados a fazer...
A título de curiosidade decidi cronometrar o tempo... E posso dizer-vos que onde fui, temos exactamente 16,47 segundos desde que nos baixamos até ficarmos às escuras.
Será que é um complô dos chatos dos homens que teimam em dizer que passamos demasiado tempo na casa de banho?
É caso para dizer:
Meninas despachem-se! Para que não corram o risco de, como eles fazem tantas vezes, virem a pingar no biscoito!
(Blarg!!! Que nojo!!!)


K.

sábado, 1 de novembro de 2008

Mamma Mia

(A critica por uma sentimentalona!)


A meu ver, se procuram um filme para rir a bandeiras despregadas, não vão ver este! Sim... Até tem cenas engraçaditas, mas para RIR mesmo, não dá.
Vale pelas paisagens lindissimas (fiquei ainda com mais vontade de ir conhecer a Grécia), pelas músicas dos ABBA, e... Bom, talvez pela colecção de actores que é uma delícia...
Delirei com a cena em que um bando de mulheres desata a cantar "Dancing Queen", que termina com todas elas a mandarem-se para dentro de água. Não consigo explicar o orgulho que senti por ser mulher ao ouvir aquela música, cantada daquela maneira...
Chorei que nem uma madalena arrependida com o dueto Meryl Streep/Pierce Brosnan na música "The Winner Takes It All" (vá-se lá perceber porquê?!).
Agora...
Adooooooro o Pierce Brosnan. MESMO! O sacana do homem destila charme pelos poros... Quando fala! Ou mesmo quando está calado. Agora quando canta... Ai ai. Por favor, não repitam a coisa muitas vezes, que perco a paixão platónica que nutro pelo senhor!
E tenho a certeza que vou ter pesadelos com a imagem dos bonitões, Colin Firth, Pierce Brosnan e Stellan Skarsgard, vestidos com aqueles fatinhos azuis de peitaça à mostra, com que aparecem no final... CRUZES!!!!
Um filme bem disposto. Mas meninas... Não tentem levar nenhum moçoilo a ver o filme convosco... Ele quase de certeza que não vai gostar. Vai fazer um grande frete. E vão ficar a dever-lhe um favor! A menos, claro está, que seja um fã incondicional dos ABBA.
E como nota final... Numa das próximas quinhentas vezes que me casar... Quero um vestido de noiva como aquele!!!


K.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sopro

Visto de longe parecia ser só a chama de um fósforo...
Soprei-lhe, com toda a força que tinha, para ver se o apagava.
Fácil... Parecia-me!
Quando cheguei perto, vi que não era um fósforo!
O que ardia era uma fogueira imensa
O sopro só a atiçou,
O fogo ficou maior...
Ooooops!
Queimei-me...


K.

Abraços

O calor de um abraço reflete tanta coisa.
Diz-se mais num abraço, do que em mil palavras.
Gostei do teu...
Suave, mas seguro
Forte, mas muito terno
Gosto de ternura e suavidade
Preciso de força e de segurança
Gostei do teu abraço,
Podes abraçar-me mais vezes...

Obrigada

K.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

FORÇA!!!

Nua. Completamente despida de tudo. Estou em frente a um espelho e observo minunciosamente cada parte de mim. O que vejo reflectido não faz sentido.
Não!!! Aquela não sou eu! Aquela que vejo ali, a olhar para mim com ar de espanto, não posso ser eu.
Não me revejo naqueles olhos cansados e tristes.
Não me reconheço naqueles lábios sem expressão.
Não me sinto com aquele peito tão absolutamente cheio de nada...
De onde é que aparecem aqueles braços tão perdidamente tombados?
Aquelas pernas esguias e fracas, de certo não podem ser as minhas...
Eu não sou aquilo.
Sou mais... Sou muito MAIS!
Porque
EU olho para o futuro com esperança...
EU tenho sempre o esboço de um sorriso nos lábios...
EU tenho o peito cheio de vontade de amar...
EU tenho braços fortes para agarrar a vida...
E acima de tudo
EU tenho pernas para nunca desistir de caminhar em frente!
Torno a ver. Perco-me em comparações entre o que vejo e o que sei que EU sou.
E sem me aperceber, já estás ali...
E agora és tu que me observas atentamente
Libertas a tua curiosidade, e perguntas:
- Que estás a fazer, mamã?
Olho para ti. Olho bem para a placidez dos teus olhos...
Respondo, aninhando-te mais uma vez no meu colo:
- Nada meu anjo... Nada...
E de repente tudo faz sentido.
O espelho apenas reflete a fraqueza do meu corpo.
Mas nos teus olhos...
Meu amor...
Nos teus olhos, reflete-se a força da minha alma!
Obrigada por existires.


K.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Oh para mim toda babada...

Ora experimentem lá abrir o nosso fiel amigo Google...
Agora ponham lá o nome lindo consensualidades...
... Enter...
E ó para o meu menino lindo logo em primeiro lugar na pesquisa... E em segundo!!!
Não caibo em mim de contente!
Pronto... Não estou a ver que o pessoal ande para aí a pesquisar este nome... Mas valeu ser a primeira em qualquer coisa, né?!

K.

Eternamente Grata...

Continuam gravadas no meu telemóvel as muitas mensagens de apoio e carinho que recebi numa das alturas mais difíceis da minha vida. Trouxeram-me risos, lágrimas e acima de tudo muitos motivos para tornar a sorrir. Mais uma vez, muito obrigada a todos os que acharam que merecia recebê-las.
Partilho-as agora, porque são mensagens lindas que trazem muita força a quem as lê.
Façam o favor de ler, sempre que precisarem... Se não forem vocês a precisar, pode haver por perto um amigo que precise!

"Sabes que podes sempre contar comigo! Para tudo. Tu é que és linda, a maior, e uma "gaija" fantástica. Gosto muito de ti e dos teus filhos... Sabes disso. Beijo grande, amiga do meu coração"

"A felicidade é sinónimo de que a vida não corre em vão:
Esquece as tristezas
Corre pela paixão
Ama quem te ama
Respeita quem te respeita
Dá valor a quem te merece
Demonstra a ti mesmo que és forte
Valoriza-te a 100%
Porque o mundo é um jogo, a vida é uma regra, e desistir é batota..."

"És a pessoa mais linda que conheci até hoje. Obrigada por seres quem és e por seres tão amiga. Gosto muito de ti e dos teus meninos. És GRANDE! Nunca te esqueças disso. Beijo do tamanho do universo para a pessoa mais espectacular que conheço. ADORO-TE MUITO"

"Bom dia mãe linda linda gosto muito de ti mama adoro-te muito muito muito muito muito mama linda como estas mama e 2+2=4\\\\\\\///////******fim*****(Esta foi da minha filhota. Adorei o 2+2=4!!!)"

"Meia noite! Nasceu a mais bela das estrelas. Uma estrela muito diferente das outras, com um brilho especial... Uma guerreira! Muitos parabéns"

"Já tenho tantas saudades tuas. É assim que dá para ver como tu és importante para mim. Podemos estar a muitos km de distância uma da outra mas és uma das pessoas que ocupam mais espaço no meu coração. Obrigada por seres a mais linda das primas. Nunca te esqueças que te amo com muita força..."

"Às vezes quando estou triste basta-me pensar em ti e a nuvem negra desvanece. Obrigada"

"Muita e boa sorte. Serás em breve uma empresária de sucesso e boa como o milho"

"Miga, desejar sorte nessas coisas dá azar! Desejo-te baldes e baldes de merda... Não, contentores é melhor, e que partas as duas perninhas. LOL. Beijocas gandis"

"Bons sonhos no teu novo castelo... Rainha da vida"

"Amiga, espero que esta nova fase da tua vida seja mais côr de rosa. Tu és uma mulher exemplar, com muita coragem e muito amor. Sabes que vais estar sempre no meu coração e se precisares podes sempre contar comigo... Ama tu"

"Um sorriso nunca vem do nada, vem sempre de coisas alegres, momentos felizes, pessoas especiais... Neste momento estou a sorrir porque me lembrei de ti!!!"

"Por vezes
Não digo o que quero
Não oiço o que quero
Não faço o que quero
Não vou onde quero
Mas..
No meu coração só ponho quem eu quero... "TU" estás lá!"

" Caminha placidamente entre o ruído, e lembra-te da paz de espirito que existe no silêncio. regozija-te com as tuas conquistas, mas não te esqueças que o mundo está cheio de armadilhas. Cultiva a força de espírito e usa sempre a dignidade para te protegeres de azares inesperados. Muitos medos nascem da solidão. Tu és uma filha do Universo, como as estrelas, por isso, tens direito ao teu lugar no mundo! Resumindo sê tu própria, porque a dignidade anda enamorada com os lutadores como tu. Assim vencerás!"


K.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Prova de Fogo

Mais uma que passei...
Lembras-te que sempre me disseste que tinha a mania de ser a Madre Teresa de Calcutá? Lembras-te? Foi uma das coisas que me salvou... Todas as pessoas que apoiei no sofrimento estiveram lá para me apoiarem a mim, quando precisei delas. E isso não mudou em mim, e penso que não mudará nunca. Para quê mudar uma coisa que me faz bem? Não faz sentido! E fez-me bem... Senti-me bem em poder fazer mais uma vez algo de bom por alguém... Ou pelo menos tentar... A prova de fogo foi seres tu! Será que tinha tudo bem arrumado para te enfrentar sem me magoar? A resposta foi clara para mim. Muito clara! Já não és, nem de longe nem de perto, o homem que tanto amei... És outra pessoa que nem reconheço... Mas não deixas de ser um ser humano. Com dores que já tive como minhas. E é por isso que estou cá se precisares. Estarei sempre. Como sempre estive e estarei para toda a gente que de uma maneira ou outra tocou o meu coração. Porque só eu posso ser responsável pelas minhas acções. Só eu! As tuas ficam para ti. As minhas regem-se por pelo menos tentar fazer o bem ( mesmo que por vezes não consiga). Espero que as tuas também!... A vida torna-se sempre muito mais bonita...
" Since there´s no more you and me, it´s time I let you go, so I can be free"


K.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Livre...

Quando fui assolada pela tristeza
E me apeteceu chorar
Enrolei-me num canto...
E chorei

Quando redescobri a alegria
E me apeteceu sorrir
Abri os braços ao mundo...
E sorri

Quando me assustei
E me apeteceu gritar
Abri bem o peito...
E gritei

Quando achei graça
E me apeteceu rir
Saltei em cima da cama...
E ri

Quando me senti presa
E me apeteceu voar
Corri pela areia da praia...
E voei

Quando me senti livre
E me apeteceu amar
Abri o meu coração...
E amei

Quão doce é o sabor da liberdade...


K.

sábado, 4 de outubro de 2008

Africa mix sim! kizomba assim assim...

Sem saber bem ao que ía, resolvi ir a um workshop de Kizomba e de África Mix, sem saber muito bem que raio seria "África Mix". Mas pronto, até gosto de kizomba e como é sempre bom experimentar coisas novas, lá fui. Mais uma vez pude comprovar que normalmente o que mais nos desilude, é sempre aquilo em que criamos mais espectativas. A parte de Kizomba foi uma autêntica SECA. Resumindo...Tirando um passo malino que não cheguei a entender, tudo o resto eu até já conhecia, e pelos vistos também não importa lá muito conhecer, porque o nosso papel nesta dança, é com o braço do homem bem colocado nas nossas costas, é deixar-mo-nos levar por ele. Até aqui, tudo bem. O pior é que os homens que lá estavam para dançar connosco, e uma vez que também lá estavam para aprender, em vez de um, dir-se-ía terem TRÊS pés esquerdos, e acabei por vir de lá com os meus pés numa lástima.
Agora... Africa mix! Sim senhor!!! Aquilo valeu a pena. Uma breve aprendizagem de danças dos diversos países de África. Uma rota dançante que passou por São Tomé, Guiné, Cabo verde, Angola... Brutal!!! De repente senti que, se tivessemos todos umas sainhas de palha, poderíamos estar a ser filmados para um daqueles documentários do National Geografic ou do Discovery Channel. Braços no ar, saltinhos frenéticos, e vá de roda, vá de roda. Lindo, digo-vos eu. Acreditem se quiserem. Todas as danças têm uma razão de ser, como explicou o sr. professor. O motivo de quase todas elas, é o facto de as mulheres quererem seduzir os homens. Claro... Porque não! Mas tenho a certeza de que se me pusesse a dançar daquela maneira em frente a um homem, a reacção mais provável era que o cavalheiro fugisse a sete pés.
Ficou-me gravada uma em especial. De São Tomé. Chama-se Puíta, e faz lembrar o corridinho, só que mais bamboleado, e com mais salamaleques. Apenas mais uma para seduzir. Pode ser que um dia destes eu tente... NOT!!!

K.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

In the end

I'm the textbook definition of a rebel
I see the crumble in left and I've got go right
I'm always in some trouble
To me life ain't fun unless you're in a good fight
So the more you're good to me,
The more I try to get you to leave

All my life I've made excuses
Pushing you away
Saying that you're not for me
All my life I've ran from you, babe
I tried everything
In the end it was you
In the end
In the end it was you

All I wanna do is have a good time
Let the beat go through me and just take me away
You've been trying to get with me for a while
And I've been telling you to save that for another day
So the more you're good to me the more I try to get you to leave

No no no
I never would've thought
You'd be the one that I'd be with in the end
Baby, I never would've dreamed, that you and me
Would be together in the end

All my life I've made excuses
Pushing you away
Saying that you're not for me
All my life I've ran from you, babe
I tried everything
In the end it was you
In the end
In the end it was you

In the end ( Kat de Luna )
Absolutamenete fantástica
O ritmo faz-me dançar
A letra... Bem, a letra dá que pensar!!!

K.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CU ou CC...

Que importa o nome?
O certo é que o meu já chegou!...
Os 12€ que largamos na hora, a meu ver compensam largamente os papéis que não preenchemos, as filas de espera que não aguentamos, a fotografia da treta que não tiramos à pressa num desses quiosques que nos fazem parecer uns foragidos à policia (ao contrário do que se diz por aí, podemos sorrir no momento da fotografia), e principalmente o espaço que não ocupa na carteira.
Viva o Cartão do Cidadão.
É lindo...
É pequeno...
É meu...
E até dá para lá pôr as nossas taras e manias, se quisermos...

K.

Geração micro-ondas...

Numa destas noites, enquanto estava a tratar do mais novo, a mais velhinha, num assomo de boa vontade, (como é hábito nela) grita-me da cozinha:
- Mamã, eu ajudo-te a fazer o leitinho do mano...
- Não filhota, deixa estar, que a mamã já vai tratar disso...
10 segundos depois, entra ela de rompante no quarto, com um ar muito aflito, como se tivesse acontecido uma grande desgraça...
- Mãe, mãe, onde é que está o micro-ondas?
Calmamente expliquei-lhe
- Querida, nesta casa não há micro-ondas...
E foi com um misto de ternura e de coração apertadinho que a ouvi dizer:
- Mas então, como é que vamos aquecer o leitinho do mano?
- Como se fazia antigamente meu anjo, no fogão. Por isso é que a mamã disse que já ía tratar disso.
Vencida mas não convencida lá saiu do quarto, com um ar muito pensativo.
Fui dar com ela, com o biberon cheio de leite na mão, a olhar para o fogão apagado. Assim que me viu entrar na cozinha, olhou para mim, e com a pureza de uma criança da idade dela, perguntou:
- Mas ó mãe, como é que tu vais fazer isso?
Interessa saber que mudei de casa, e é a gaita das coisas encastradas. quando nós saimos, elas ficam lá!
Mas o giro da coisa foi aperceber-me que a minha filha, de sete anos, nunca soube o que é viver sem micro-ondas... E nós que conseguimos viver tanto tempo sem ele!
Perdi a vontade de ter um!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

ATT Sua Excelência Papa Bento XVI

Venho por este meio interceder junto de sua excelência, para que renove os votos do matrimónio. Depois de ouvir tanta opinião e dada a aparente normalidade de situações que julgava não serem correctas , peço-lhe que troque o já usado e fora de moda:
-Promete amá-la e respeitá-la até que a morte vos separe...
Para um muito mais moderno, prático, e pelos vistos mais usual:
-Promete amá-la e respeitá-la até que uma lambisgóia qualquer lhe salte para cima...

Pelo menos ficamos logo a saber com o que contamos!!!

Atentamente



K

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

DIV(ertida)

- Amiga, agora vou passar a ser divertida!!!
- Então?! Divertida tu sempre foste, qual é a diferença agora?
- É que agora isso vai passar a constar no meu B.I.!!!

Mais um marco na minha vida!
O começo é o mesmo, e sempre acho mais graça à terminação DIV(ertida) do que DIV(orciada).
E mais uma vez num dia importante, a chuva não deixou de aparecer...
Obrigada.

K.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Reincidências...

Once divided...nothing left to subtract...
Some words when spoken...can´t be taken back...
Walks on his own...with thoughts he can´t help thinking...
Futures above...but in the past he´s slow and sinking...
Caught a bolt a lightning...cursed the day he let it go...

Nothingman...
Isn´t it something?
Nothingman...

She once believed...in every story he had to tell...
One day she stiffened...took the other side...
Empty stares...from each corner of a shared prison cell...
One just escapes...ones left inside the well...
And he who forgets...will be destined to remember...

Nothingman...
Isn´t it something?
Nothingman...

She don´t want him...
She won´t feed him...after he´s flown away...
Into the sun... into the sun...

Burn...burn...
Nothingman...
Isn´t it something?
Nothingman...
Nothingman...
Could have been something...
Nothingman...

Pearl Jam


Uma música que teima em fazer parte da minha vida !


K.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sorrir!...

Pressa...
Muita pressa!
Tudo muito a correr!...
Enterrar tudo, deitar tudo fora!!!
E de repente recomeçar a sorrir.
Sim! É verdade! Recomecei a sorrir.
Exactamente na altura em que me apercebi que não podia amar-te mais do que a mim própria.
E sabe bem reconstruir tudo de novo.
Foi preciso deitar tudo abaixo. Derrubar cada pedaço desta existência que não prestava para mim.
E agora cada tijolo assente tem mais força.
Uma contrução com bases muito sólidas, nada de castelos de areia.
Apesar de exausta, estou feliz. Cada coisa desta nova vida traz-me alegria, esperança, e a certeza de que apesar de não ter sido eu a escolher, estou no bom caminho.
E quanto a ti...
Palavras, leva-as o vento! E na minha vida não há espaço para remendos!

K.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

A outra metade

Se quando estamos com alguém, esse alguém é a outra metade de nós, quem somos nós quando o outro vai embora? Metade de qualquer coisa?
Não!!!Somos seres humanos completos. Cheio de qualidades e de defeitos. Na realidade não precisamos de ninguém para sermos especiais. Basta sermos quem somos.
Sim, sofre-se!
Sim, revolta!
Sim, a principio sentimo-nos incompletos!
Sim, às vezes parece que já nada faz sentido!
Mas isso é só enquanto não temos consciência que podemos arrepender-nos de muitas coisas, mas nunca de sermos leais a nós próprios!
Ah! E claro, acreditar que nunca se sofre em vão. E tirar partido de tudo quanto acontece na nossa vida. É com a dor, e não com prazer que se aprende. Só podemos apreciar verdadeiramente a felicidade, quando já soubemos o que é estar infeliz.
Aprendi...
Que antes de confiar em alguém, temos de confiar em nós próprios ( tarefa por vezes MUITO difícil).
Que quem está a nosso lado, mais importante que admirar as nossas qualidades tem de amar os nossos defeitos, porque também tem as suas imperfeições...
E que o caminho mais fácil, é apoiarmo-nos na raiva e no ódio...
... Mas normalmente o caminho mais difícil, no fim traz sempre muito mais felicidade!
E é por aí que eu vou!


K.

domingo, 29 de junho de 2008

O fundo

Caí.
Caí muito depressa. E à medida que me aproximava do fundo todos ficaram a olhar.
Fez-me confusão, muita confusão que toda a gente se limitasse a ver-me cair. Não deixavam de estar por perto, mas pura e simplesmente ninguém fazia absolutamente nada.
Apeteceu-me por vezes gritar, pedir, implorar que me agarrassem. Era tudo tão assustador. Sentir o chão fugir dos nossos pés faz abalar todo o sentido da nossa existência.
Por fim, quando já estava completamente no fundo, a pensar que não iria ter força para me levantar, olhei para cima, e lá estavam todas as mãos estendidas para me ajudar a erguer. Todas e mais algumas das quais não estava à espera. Assim como faltaram umas quantas que pensei que existissem.
Resumindo
Às vezes o destino encarrega-se de tornar a nossa vida melhor. Só que para isso, temos de nos separar de algumas coisas que pensamos serem essenciais, mas que no fundo só nos pesam, e não nos deixam seguir em frente.
E por isso é que me deixaram cair. Sempre por perto para terem a certeza de que aguentaria a queda. Porque mais do que eu, todos acreditaram na minha força, e mais do que isso todos acreditaram que eu mereço ser feliz.
Obrigada a todos por me deixarem cair, e por depois me ajudarem a levantar.
Assim pude ver que o meu caminho não era o que estava a seguir.


K.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Adeus...

Sim
Agora já o posso dizer
Vai embora amor
Voa
Livre, leve e solto
Encontra-te a ti
E encontra paz
Estou pronta para te deixar seguir.
Voa alto amor
alcança tudo a que tens direito.
Despi-me de ti e de nós
Para te poder libertar.
O amor que tenho por ti
Não tem fim
E a maior prova que te posso dar
É deixar-te ir.
Procura o teu caminho
A tua felicidade.
Porque na realidade
só quero que sejas feliz.
E se o teu destino
Não é ficares ao meu lado
Tenho que te deixar morrer
( Por mais triste que seja o fado )
Para poder continuar a viver.
Talvez numa outra vida
Se nada ficar por dizer
Não tenha que haver uma ferida
Que tanto teima em doer.

K.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Alguém...

Quero encontrar alguém
Um alguém que ria
Alguém que que chore
E principalmente que viva.

Sentir como ele
Ver-me ao espelho
Sentir que há algo em comum
Porque talvez
Esse alguém seja uma parte de mim
Aquela parte que um dia perdi
E nunca mais achei.

Que alguém importante...

Guarda algo importante
Que me faz desfalecer
Que me torna impotente
Que me faz deixar de viver

E a luz brilhante que outrora fui
É escondida por fortes nuvens escuras
Que fazem chorar lágrimas amargas
Dos meus olhos ansiosos
Que esperam poder chorar.


K.

terça-feira, 4 de março de 2008

Indiferença

Vivo na escuridão,
Num pequeno buraco do mundo.
Quero sair, quebrar as correntes
Saltar para fora,
Ver a luz...

Vivo num mundo de mentira,
Queria viver no real.
Queria arrancar a tristeza
Da minha alegria.

Queria...

Mas querer não é poder.

Não posso saltar,
Rir ou chorar
Por causa das malditas
Malhas da humanidade.

Temos de nos comportar
De uma maneira aceite
Pela sociedade.

E para isso
Temos que permanecer sérios,
Inalteráveis.
Conhecer todos
Sem chegar a conhecer ninguém.

Eu tento... Mas não consigo.

E no escuro do meu quarto
Rebento...
Solto a raiva, a alegria,
A tristeza e o amor.

Porque cá fora
Não choro, não amo
Não rio, e não me enfureço.

Sou só indiferente
A todos os estimulos exteriores
Para tentar ser aceite.


K

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Sou...

Sou...

...Aquela que não existe,
Que não sente,
Que não se preocupa.

Sou...

...Aquela que espera,
Que deseja,
Que torna tudo mais escuro.

Sou...
Serei talvez...

...Aquela que espera existir,
Que deseja sentir,
Que se preocupa em tornar tudo mais puro!

K.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Vem...

Anda comigo para a lua
Vamos os dois bem juntos
A dar calor um ao outro.

Preciso de ti...
Quero-te mais que tudo na vida
Quero passar todos os limites contigo
E quero que os nossos corpos
Se fundam num só
E então encontrarei paz
Quando tu e eu...


Quero tocar-te, sentir-te, falar-te;
Amar-te até não poder mais.
Quero lutar, deixar de viver
Deitar-me contigo e morrer.


Vamos entrar um no outro
Quero saber o que vai dentro de ti.
Deitar-me a ouvir o teu coração
E deliciar-me com a sensação
de ter o teu corpo no meu.


Vamos voar
Alcançar as estrelas...
Não estas, mas outras
que mais ninguém tenha visto.
E sejamos felizes!


Vamos unir os nossos sangues
E morrer juntos.
Sejamos grandes
Sem chegar a ser ninguém...


Vamos unir-nos no mais sagrado acto
Que alguns teimam em chamar pecado...
Vamos...
Vem...
Entra em mim!



K.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Quero...

Quero fugir,
Perder-me num lugar qualquer
Quero sair
sentir-me outra vez mulher

Quero viver em paz, em harmonia
Uma vida cheia de monotonia
Quero um caminho de curvas
Que me leve a um sítio direito...

Quero tocar em não sei quê
Quero sorrir, sem pensar
Sem problemas, sem chorar.

Quero morrer feliz
Sem pecado, nem perdão
Quero fugir,
E quem sabe um dia...
... Encontrar-me!


K.

Porquê?

Estou desesperada
Sinto-me um nada
Um pequeno vácuo
Num universo cheio
De coisas plenas e alegres.

Simplesmente deixei de ser eu
Eu queria, mas não consigo
É algo mais forte do que eu...

Sei que me tortura
Que me queima
E que me faz sofrer muito
Mesmo muito...

Estou desamparada
No meu próprio ( e único! )
Mundo de porquês
Para os quais não encontro resposta

Porque existo?
Ocupo um espaço
Que podia ser de alguém...
Alguém útil, amado
Querido e respeitado...
Alguém que tivesse
Uma razão para "ser".

Alguém... Não importa quem...
Alguém me dê a mão,
Me olhe nos olhos
E do fundo do coração me diga:
"Gosto de ti..."

Alguém goste de mim
Pelo pouco ou nada que sou,
Sem interesses, sem cinismos
Sem hipocrisias.

Raio de mundo cruel!!!

Não há...
Não existem motivos
Para que seja assim.

Mudem o mundo
Ou então...
... Mudem-me a mim!

Quero encaixar algures,
Poder não ser assim.

Quero... Queria...

Este mundo não é para mim!!!


K.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Perdão

Tormento, paixão, dor
Algo que me provoca calor
Uma fogueira que arde cá dentro
E gela, dá-me calafrios.

E faz-me chorar sorrindo
Faz-me sofrer sentindo
Faz-me correr parada
Cansar, descansada...

E todas as lágrimas caídas
desperdiçadas, choradas, sentidas
Perdidas, quebradas, sofridas

Fazem-me perceber o amor
Fazem enternecer o horror
E fazem-me esconder o ódio

E fazem perceber o calor
de tão grande sentimento.

Mente pérfida
Que te aproximas e afastas,
E me enganas
Fazes-me sentir enclausurada.

Prendeste-me, enganaste-me
Largaste-me
Assim, sem rumo a seguir

Prendeste-me com correntes
de ódio, amor, desventura
Mentira, calor e ternura.

Não passa... Não passará
E por isso não te perdoarei.

Por isso invento mil planos
De sofrimentos tamanhos
Que te irão fazer passar
Por um milésimo do que passei.
E pedirás perdão.

Esquecer-te... Eu esquecerei!
Perdoar-te? Isso não!...

K.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

De portas bem fechadas

Como a irritava o facto de ele andar sempre depressa. A ideia que ele tinha de que era um Às ao volante tirava-a do sério. Passava o tempo todo a suplicar-lhe que andasse mais devagar, mas quanto mais ela falava, mais depressa ele andava.
Numa noite, já farta de lhe pedir que abrandasse, e já sem mais um pingo de paciência, gritou-lhe:
- " Pára já o raio do carro, que eu vou a pé para casa."
Ele olhou para ela, lançou-lhe aquele sorriso de miúdo reguila que a fazia derreter-se e, abrandando um pouco, disse com suavidade:
- " Páro já..."
Virou para uma estrada de terra batida, estreita e rodeada de árvores e de mato bravo. Ao fim de muitos solavancos , e já a sentir que iria explodir de raiva a qualquer momento, ela gritou:
- " Mas que raio estás tu a fazer?! Pára já o carro!! Já te disse..."
Não acabou a frase, ele tinha parado. Ali... No meio do nada.
- " Vá! Não querias ir a pé? Vai então..."
- " Não podes estar bom da cabeça! Onde raio é que nós estamos?"
- " Parei, tal como querias. Ainda te queres ir embora a pé?"
Sem pensar na loucura do que estava prestes a fazer, respondeu-lhe:
- " Pois vou!..."
Abriu a porta do carro, saíu para a noite fria e escura de inverno, e sem saber em que direcção, andou com ar decidido.
Claro que, nem meio minuto se passou, sem que ele já estivesse ao pé dela.
- " Não acredito que ías mesmo!... És doida? Estamos no meio do nada!..."
- " Nem sequer quero falar contigo..."
E tentou continuar a andar, meio aos tropeções, já que meio do mato, cheio de lama, e sapatos de salto alto, não são de todo compatíveis.
Ele alcançou-a rapidamente, pegou-a ao colo, e depois de um beijo suave, disse:
- " Gaita!... Acho que nunca conheci ninguém tão casmurro como tu."
No meio de muitos "pára", "deixa-me" e "põe-me no chão", ele lá conseguiu levá-la de novo para o carro.
- " Agora vou portar-me bem, prometo."
Estava na altura de fazer as pazes.
Então ali, no carro, no meio do nada, começaram por beijar-se como selvagens ( aliás, faziam tudo assim, pareciam loucos ), e no meio de muitos amassos, literalmente arrancaram a roupa um do outro. Quando estavam já só de roupa interior, ela de tanguinha, soutien e meia de liga, e ele de boxer shorts, começaram a sentir que sufocavam com o calor que fazia dentro do carro.
- " Vamos lá fora, refrescar um bocadinho?"
- " Se calhar é melhor..."
Ele saíu. Ela saíu atrás dele...
E num gesto absolutamente mecânico, accionou o trinco da porta, e fechou-a.
- " Não!... Tu não...?"
- " O quê? Tranquei a porta? Oooops! Acho que sim... Não tens a chave?"
- " Claro que não!!! Estão lá dentro, na ignição! Não posso acreditar que nos trancaste fora do carro, semi-nus , no meio do mato!!! "
Em vez de tentarem arranjar uma solução desataram a gritar um com o outro. Nenhum tinha razão. Ao fim de meia hora de gritos, calaram-se ao ouvir a sirene de um carro de policia que passava na estrada estrada principal, e, numa atitude irreflectida, deitaram-se no chão. Estavam em silêncio, agora. Olharam um para o outro, e desataram a rir. De repente, ele calou-se outra vez. A lama que a cobria um pouco pelo corpo todo, realçava o lado selvagem dela, e tornava-a ainda mais sensual. Sentiu o desejo apoderar-se dele, e beijou-a. Tentou amá-la com calma, mostrar-lhe que queria abrandar. Mas o cheiro dela, misturado com o cheiro da natureza, realçado pelo estremecer do corpo dela em reacção às carícias dele, libertou o seu lado mais instintivo. Queria sentir que ela lhe pertencia. Que seria sempre só dele. Então, os seus movimentos tornaram-se mais bruscos e as suas carícias trasformaram-se em apertos. Ela apercebeu-se. E deixou-se levar. Sabia que lhe pertencia. E ele a ela. Só queria que ele a amasse, não importava como. Foi num ápice que explodiram de prazer. Deixaram-se ficar. Assim estendidos no meio no nada, cobertos de amor e de lama, até que começaram a sentir frio.
Levantaram-se. E agora muito mais calmos, repararam que um dos vidros tinha uma fresta aberta. Forçaram o vidro para baixo, primeiro com varetas, e depois com as mãos.
Finalmente conseguiram abrir a porta. Vestiram-se sem dizer uma palavra.
No caminho de volta a casa, o velocímetro não acusou mais de 20 Km por hora, e não haviam carros a circular, faltava pouco para o sol nascer.
Ela chegou a casa, tomou um banho quente, e enroscou-se nos lençois macios da sua cama. Depois de rever na sua mente todos os momentos passados naquela noite, teve de abafar as gargalhadas contra a almofada. A sensação de triunfo era do tamanho do mundo.
Sem querer, por uma vez, tinha conseguido que o acelera andasse 15 Km a não mais de 20Km/

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O que sentes?

Talvez nunca te tenha,
Ou talvez sim...
Quem sabe?
Mas cá dentro
Bem na alma
Já tenho uma metade.
A outra não me dás
Não sei porquê, nem porque não
Mas já te guardo bem dentro
Do meu pobre coração
Que sentimento é?...
Não sei,
Talvez sempre e só
Uma enorme e fatal atracção
Que me trai e
me faz cair no chão.

Acontece de cada vez que te vejo
Todos os milímetros do meu corpo
Tremem de desejo
De te ter ao pé de mim
Para mais uns minutos de prazer
Para que por um
pouco mais de tempo
Possa sentir que és
Um bocadinho meu...
Vem, faz-me sorrir
Engana-me, e diz-me que te sentes
Um pouquinho só como eu!...

K.

Chora

Chora pequena, chora
chora, que chorar não faz mal
Chora pequena , e desabafa,
que paixão como essa nunca vi igual...

Se o teu coração sofre
e lágrimas de sangue solta
deixa-o soltar pequena
tua paixão nunca mais volta

Se te sentes morrer
de cada vez que o lembras
tenta de vez o esquecer
que talvez não mais o tenhas

Se te odeia e tu teimas
em lembrar os seus abraços
não te esqueças pequena
do teu coração em pedaços...


K.

Quem Sou?

E tu, quem és?
Vejo-te e despertas em mim
uma ponta de curiosidade.
Quero saber quem és!
Passas altiva e olhas-me de soslaio
com olhos doces de lacaio.
Explica-me quem és, o que fazes aqui;
diz-me o que queres de mim...
És linda, imaculadamente bela
Pálida, maravilhosamente branca.
O teu cabelo, uma forte luz irradia
Qual sol brilhante do meio dia
Que ofusca, cega e ilude
lindo, mas sempre e só rude.
Diriges-te a mim,
Consigo ver as tuas formas
Pavoneias-te elegantemente
No teu andar altivo e firme
Que se distingue por entre a gente.
Estás perto, sinto-te respirar.
Ver... Já não vejo!...
Conseguiste-me ofuscar.
Pegas em mim; transportas-me docemente
E eu sinto-me limpa,
Talvez mesmo um pouco diferente.
Confusa, pergunto parar onde me levas...
Mas não, não importa
Porque me sinto maravilhosamente bem;
Vamos... Leva-me para o além!...


K.

Porquê?

A pergunta é clichê, mas porque raio nos apetece fazer um blog?
No meu caso, para guardar histórias e pensamentos. Histórias minhas, que realmente aconteceram, outras histórias que ouço no meu dia a dia, e ainda histórias que aconteceram somente na minha imaginação. Deixo um desafio... Que tentem descobrir o que foi real e o que não foi.
É com prazer que partilho a minha mente com vocês.


K.