Pressa...
Muita pressa!
Tudo muito a correr!...
Enterrar tudo, deitar tudo fora!!!
E de repente recomeçar a sorrir.
Sim! É verdade! Recomecei a sorrir.
Exactamente na altura em que me apercebi que não podia amar-te mais do que a mim própria.
E sabe bem reconstruir tudo de novo.
Foi preciso deitar tudo abaixo. Derrubar cada pedaço desta existência que não prestava para mim.
E agora cada tijolo assente tem mais força.
Uma contrução com bases muito sólidas, nada de castelos de areia.
Apesar de exausta, estou feliz. Cada coisa desta nova vida traz-me alegria, esperança, e a certeza de que apesar de não ter sido eu a escolher, estou no bom caminho.
E quanto a ti...
Palavras, leva-as o vento! E na minha vida não há espaço para remendos!
K.