domingo, 7 de junho de 2009

Simplicidade complicada

Tão simples... É tudo tão simples que procuro uma imperfeição qualquer a que me agarrar. Não há! Não vejo nenhum erro. Nenhuma falha. Não há nada que não bata certo. E tenho ideia que é essa perfeição, essa simplicidade que por vezes me mete medo. Sei que não se pode ter medo. Sei que não. Gaita... Sei isso melhor que muito boa gente. O que mais tememos acaba sempre por acontecer, só para que aprendamos que conseguimos superar tudo, basta querer. É mais fácil amar ao longe. Assim de perto, tão perto como agora, assusta. E se... Não, não pode haver ses... Com ses deixa de fazer sentido. Só existe com certezas. E eu gosto tanto de ter certezas. O problema é que nos últimos tempos as únicas certezas que tenho tido, sou eu. Eu existo. Estou cá. Tenho um propósito. Na verdade descobri que tenho vários... E um deles é amar. Sempre. Dê por onde der. E é por isso que continuo a acreditar no Amor. Só assim... Por amor, e com amor... Não há dor!
Mas é tão mais simples amar à distância...


K.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

BZZZZ... BZZZZ

Não, não sou eu... Eu nunca, jamais compraria uns óculos como estes... Em outros tempos, que não estes. Mas se é agora que tudo começa a fazer sentido, então.... E eu sou doce... Sou mel... E abelha... E tão absurdamente feliz.
Sim, sou eu. E o sacana dos óculos até me ficam mesmo BEM!


K.