Quando comprei o meu carro ( o meu segundo carro ) sabia bem que carro queria...
Queria um, que como o primeiro, me permitisse ir por onde queria
Queria um, que como o primeiro, não fosse muito grande para poder parar quando precisasse
E acima de tudo queria, que como o primeiro, não me deixasse ficar mal.
Os motivos para a mudança eram só um menor consumo de combustível
(por todos os motivos e mais alguns)
E mais espaço interior, porque os pequenos (graças a Deus) não ficam pequenos por muito tempo.
E foi assim que achei mais um bom negócio
O meu frigorífico ( é exactamente o que ele parece) foi um achado.
Assim o dizia o alegre vendedor,
Ainda por cima porque trazia todos os extras e mais algum.
Pois, pois...
Confesso-me apreciadora de algumas mordomias,
Mas não me parece nada cómodo ficar com a cara adormecida pelo ar condicionado
Quando faz calor lá fora...
E menos cómodo ainda ter que trocar de pneu a cada quinze dias,
Porque faziam o favor de rebentar em cada buraco que cruzasse o nosso caminho...
Cheguei ao ponto de rebentar também eu em frente ao gentil senhor dos pneus
( Ou isto se resolve, ou tenho que trocar de carro)
E vá... O meu querido "frigorífico" é dos poucos que permite trocar de pneus
E assim fiz... E assim troquei...
Fiz questão de perguntar ao gentil e prestável senhor:
"Mas porque raio querem as pessoas estes pneus tão baixinhos,
Se não aguentam um buraco na estrada sem rebentar?"
- Porque são mais giros!!!!
(UUUUAAAAUUUUU!!!!)
Não... O meu carro não é muito giro...
Como já disse, parece um frigorífico com rodas...
Mas agora com pneus menos "giros"
Vai comigo para todo o lado,
Sem frescuras!
E é exactamente para isso que eu preciso dele...
K.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Mel e chá...
Tenho mel
E tenho chá
E vontade de te dar chá e mel.
E agora?...
Dou-te o frasco do mel?
Ofereço-te o saco de chá?
Não...
Não me parece que seja por aí o caminho.
Apetece-me fazer diferente
Ainda pensei dividir o mel em frascos mais pequenos
E separar o chá em saquinhos.
E ir dando... Devagar...
Só para poder partilhar contigo
Uma e outra vez..
De qualquer modo não consegues beber o chá todo de uma vez
E mel em demasia pode fazer-te mal.
Até que decidi...
Fico com o chá. E com o mel.
E sempre que te apetecer
Sempre que a tua alma precisar de aconchego
Cá terei uma chávena de chá quente
Adoçada com mel.
E Amor!
K.
E tenho chá
E vontade de te dar chá e mel.
E agora?...
Dou-te o frasco do mel?
Ofereço-te o saco de chá?
Não...
Não me parece que seja por aí o caminho.
Apetece-me fazer diferente
Ainda pensei dividir o mel em frascos mais pequenos
E separar o chá em saquinhos.
E ir dando... Devagar...
Só para poder partilhar contigo
Uma e outra vez..
De qualquer modo não consegues beber o chá todo de uma vez
E mel em demasia pode fazer-te mal.
Até que decidi...
Fico com o chá. E com o mel.
E sempre que te apetecer
Sempre que a tua alma precisar de aconchego
Cá terei uma chávena de chá quente
Adoçada com mel.
E Amor!
K.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Tal como a rosa...
Ofereceram-me uma rosa.
Linda como só as rosas sabem ser.
Fechada, a prometer um desabrochar de Amor....
Coloquei-a numa jarra no meu quarto
E todos os dias ao acordar saudava aquela rosa
E todos os dias ansiava pelo seu aroma
Que seria libertado quando abrisse as suas pétalas tímidas.
E os dias passaram...
E a rosa não abria...
Olhei atentamente para ela
Numa pergunta silenciosa
Porque não abres?
Que te aconteceu para estares tão teimosamente fechada?
Numa resposta ( silenciosa também )
Ela deixou cair as pétalas
Junto ao caule tinha apodrecido.
Por vezes põem as rosas em frigoríficos
Confiantes que isso as preservá por mais tempo.
O que esquecem,
É que se as deixarem lá por demasiado tempo
Elas congelam, e esquecem-se do seu propósito.
E quando finalmente as tiram do torpor do frio
Elas já não sabem abrir
E então desmancham-se.
E o mundo perdeu o cheiro de ( mais ) uma rosa...
E eu pergunto-me...
Para quê preservar o que quer que seja
Por mais tempo do que tem para dar?
Um bem haja às rosas que ainda teimam em abrir
Mesmo que para isso tenham que durar menos tempo...
K.
Linda como só as rosas sabem ser.
Fechada, a prometer um desabrochar de Amor....
Coloquei-a numa jarra no meu quarto
E todos os dias ao acordar saudava aquela rosa
E todos os dias ansiava pelo seu aroma
Que seria libertado quando abrisse as suas pétalas tímidas.
E os dias passaram...
E a rosa não abria...
Olhei atentamente para ela
Numa pergunta silenciosa
Porque não abres?
Que te aconteceu para estares tão teimosamente fechada?
Numa resposta ( silenciosa também )
Ela deixou cair as pétalas
Junto ao caule tinha apodrecido.
Por vezes põem as rosas em frigoríficos
Confiantes que isso as preservá por mais tempo.
O que esquecem,
É que se as deixarem lá por demasiado tempo
Elas congelam, e esquecem-se do seu propósito.
E quando finalmente as tiram do torpor do frio
Elas já não sabem abrir
E então desmancham-se.
E o mundo perdeu o cheiro de ( mais ) uma rosa...
E eu pergunto-me...
Para quê preservar o que quer que seja
Por mais tempo do que tem para dar?
Um bem haja às rosas que ainda teimam em abrir
Mesmo que para isso tenham que durar menos tempo...
K.
domingo, 13 de março de 2016
Nem tudo se diz... Às vezes basta sentir
Por hoje um abraço reconfortante.
Que diz tudo o que as palavras não sabem dizer...
K.
Que diz tudo o que as palavras não sabem dizer...
K.
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