Dizer que gostamos de tudo e de todos de igual forma é utópico. Não deixa de ser uma ideia muito bonita, mas ainda estamos muito longe disso (será?...). Claro que temos preferências. Gostamos mais de umas pessoas do que de outras. Identificamo-nos mais com umas causas em detrimento de outras. E os gostos não são todos iguais. A meu ver, até aqui tudo bem. O problema é se, por gostarmos mais de qualquer coisa ( ou pessoa ), começarmos a menosprezar o que nos provoca menos simpatia. Todos fazemos falta. O que seria do amarelo se toda a gente gostasse do azul? Mesmo aquilo que nos causa desprazer pode provocar uma imensa alegria a alguém. Como contornar isto? Lá está, quem sou eu para ter certeza de alguma coisa? Mas, a meu ver, passa por em vez de nos concentrarmos nos defeitos daquilo que gostamos menos, apreciemos as qualidades daquilo que amamos. Todos têm o direito a existir e gostos não se discutem. Podemos aceitar ou desprezar. Amar ou detestar. A escolha é nossa. Eu prefiro Amar...
...Porque o Amor tem uma vibração mais bonita.
K.